sexta-feira, 22 de março de 2013

Casamento pela manhã

Hoje faz um mês que não posto nada aqui no blog, o mês de Março foi um tanto quanto marcha lenta, meio preguiçoso, bucólico, desanimado (...) Mas o mês que vem é o meu preferido, o melhor mês do ano pois é meu aniversário *_*.
Domingo fui em um casamento que fugiu um pouco dos padrões, além de ser pela manhã toda a decoração tinha um clima campestre, damas de honra ao invés de serem crianças eram moças de 15 anos, sobrinhas da noiva, com vestidos curtos amarelos e nas mãos flores amarelas. A noiva com buquê de lírios amarelos e sapato amarelo. Essa overdose amarela deu um tom ainda mais alegre a cerimônia, por ser de dia e ter um clima mais informal todos os convidados pareciam estar mais a vontade comparado a festas mais tradicionais. Os noivos eram só alegria, sorrindo o tempo todo, foram em todas as mesas conversar, tirar fotos, cumprimentar, agradecer a presença. Achei que ninguém iria dançar, doce engano, após a valsa todos caíram na folia, no lugar dos já tradicionais acessórios (chapéus, máscaras, pulseiras e adornos em geral) bexigas foram distribuídas e isso fez a alegria dos convidados (e deve ter ficado lindo nas fotos). Nunca imaginei que sair do tradicional ficaria tão legal. Felicidades aos noivos que logo voltam da lua de mel e se você tem vontade de fazer uma festa diferente não tenha medo, realize seu sonho.
Curtam o final de semana.
Até a próxima.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Amor pela Sexta-Feira

O dia da semana preferido de 7 entre 10 pessoas é a sexta-feira (ou até uma proporção maior que essa). Há os que prefiram o sábado mas nada como a boa sexta-feira.
Por que esse amor todo pela sexta-feira? Primeiramente porque nasci em plena sexta-feira e disso deve vir meu espirito, já nasci em um dia boêmio  também porque é na sexta-feira que as esperanças de um mundo melhor (ou simplesmente momentos melhores) se renovam, porque na sexta-feira você tem a sensação de missão cumprida, porque na sexta-feira você sabe que tem 2 dias e mais uma noite inteira para ser feliz e fazer aquilo que há de melhor nessa vida.
Não é uma questão de viver esperando o final de semana, é uma questão de ficar feliz com o tempo livre que teremos. Não tenho vergonha de admitir que passo a semana (nos momentos vagos dela é claro) pensando nas roupas que irei usar, nos lugares que irei frequentar, nos momentos gostosos que terei.
Em uma vida agitada,valorizar os poucos momentos de sossego e lazer é aquilo que resta para não enlouquecer.
Curta seu final de semana!!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Como guardar discos de vinil

Sou apaixonada por discos de vinil, por uma questão financeira apenas agora consegui comprar o tão sonhado toca discos e com isso comecei a garimpar sebos para comprar discos.
É um hobby viciante, não sei como seria minha vida sem música (acho que seria um tédio).
Dentro dessa atmosfera de discos de vinil, estava procurando uma maneira que fosse visivelmente bonita e prática para guardar a pequena coleção. Pesquisando em blogs sobre o tema, descobri que nunca se deve guardar os discos em um local fechado, pois a falta de ventilação pode causar danos irreparáveis no mesmo, depois disso pesquisei sobre caixas, estantes ou qualquer coisa que ficasse legal no meu quarto. Tive ideia de construir caixas de madeira, usar caixas de feira ou construir uma pequena estante mas todas essas ideias se tornariam um pouca caras e inviáveis para o pequeno espaço que tenho no meu quarto, foi quando visitando um sebo nesse sábado delirei com uma ideia super criativa, sabem aquelas caixas de plástico utilizadas em feiras?  Tipo essa:

Os discos eram guardados no chão do sebo com essa caixa, por ela ter abertura nas laterais e na parte inferior não corro o risco de estragar os discos. 
Vasculhando o porão encontrei esse tipo de caixa e agora vou limpar e tentar deixar ela mais bonita. Meu objetivo é que fique assim:


Caso dê tudo certo apresento o resultado aqui no blog.

Imagens: Google imagens.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Tragédia em Santa Maria: Como não se abalar?

Acordei Domingo (27/01/2013) e como normalmente faço nos finais de semana, coloquei o notebook no colo, ainda deitada na cama, e comecei a zapear pelo twitter. A time line lotada de comentários sobre um tal incêndio, algo como 200 mortos, fiquei preocupada, achei que teria sido em Curitiba. Abri um link para um site de notícias e me dei conta da tragédia. Fiquei um pouco triste mas somente quando vi as imagens na TV que realmente tive noção do tamanho dessa tragédia, e das circunstâncias tão banais que levaram a morte desses jovens.
Não estou aqui para julgar ninguém, apontar culpados ou repetir aquilo que está sendo repetido exaustivamente pelos meios de comunicação. Estou aqui para lembrar quantas e quantas vezes não fui exposta a esse mesmo risco? Quantas e quantas noites frequentei lugares até piores que a tal boate Kiss? Lugares que não fornecem o mínimo de segurança, o mínimo de estrutura. E não pensem vocês que são lugares reles, pelo contrário, muitos desses lugares que lembro são lugares caros, frequentados por quem tem dinheiro para pagar R$25,00 ou R$30,00 em um ingresso para uma noitada. Quantos shows de bandas famosas não assisti em lugares que se algo semelhante ao que ocorreu no RS ocorresse lá dentro seria uma tragédia com dimensões ainda maiores? Quem não imaginou que poderia ter sido com você e com seus amigos?
Aposto que essa análise você também já fez. É difícil encontrar com alguém hoje que não esteja fazendo o mesmo balanço da situação.
Ainda não contabilizamos os shoppings, restaurantes, teatros, cinemas (...) Será que nem na hora do lazer não temos segurança?
Aos que se foram só podemos rezar e como atitude diante dessa situação, verificarmos bem os lugares que frequentamos e caso não haja segurança o suficiente ir embora ou quem sabe denunciar para os órgãos competentes.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Transformistas

Da capacidade do ser humano em mudar ninguém dúvida. Está ai o tempo que não me deixa mentir. Mudamos fisicamente, mudamos financeiramente, mudamos sentimentalmente, mudamos de estilo, de corte de cabelo, de cor de cabelo, mudamos de essência, de religião e há quem mude até de família. Não vi problema algum até agora, afinal de contas somos livres o suficiente para irmos e virmos, mudar e mudar, alguns mais românticos diriam que a grande sacada da vida é estar em constante mudança. Ok, tudo bem, sem problemas.
Na minha humilde opinião, o problema (ou o caso) começa quando alguém não simplesmente muda, mas se transforma. "Como assim, se transforma?", você me pergunta! Vou explicar.
Visitando uns perfis de facebook, ouvindo fofocas das amigas e todos os meios possíveis dos quais chegam informações sobre ex namorado, ex amiga (o), ex pessoa que passou um dia na sua vida e que por destino não está mais entre você, enfim, fazendo uma análise sobre o assunto me deparei com situações no mínimo bizarras. O cara que odiava sertanejo combinando com a galera para ir no festival mais badalado do gênero, a guria que odiava futilidade desfilando com sua Louis Vutton (original ou não), o cara que não suportava som alto instalando equipamento de som de última geração em seu carro, a pessoa que não suportava religião e se dizia ateu frequentando igrejas completamente conservadoras, a menina que odiava bebida alcoólica e só tomava suco natural enchendo a cara de vodka e whiskey (...)
Pow, será que as pessoas eram tão falsas assim quando estavam ao meu lado? Será que aquilo que estava ao meu lado era uma personalidade moldada para o momento? Será que a pessoa se descobriu ou está tentando se descobrir? Será que as pessoas podem mudar da água para o azeite do dia para a noite?
Não me refiro apenas a preferências pessoais, mas essas pessoas que me surpreenderam tinham esses conceitos como filosofia de vida, e de repente, ao acaso, assim como se o passado não existisse, mudam completamente.
O ser humano é bichinho complicado, não quero tentar entender mas não deixo de ficar surpresa.
Sou resistente a mudanças, não gosto muito de sair da zona de conforto, de trocar o certo pelo incerto, mas não consigo imaginar transformações tão radicais e até penso que também posso ter mudado esse tanto que os outros mudaram e nem percebi.
Nas palavras da filosofa do momento Narcisa: AI QUE LOUCURA!!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Hora de começar tudo de novo ou simplesmente continuar!

Hoje voltei da praia, após alguns dias de magia, com muito descanso, festa e tudo fora da rotina, eis que chego em casa e a vida real recomeça. O pessimista diria "um novo ano para velhos problemas", o otimista diria "ano novo, vida nova" e o desgostoso diria "não muda nada". Como a maioria das pessoas sou uma mistura de cada uma dessas faces, hora pessimista, hora otimista, depende do ponto de vista e depende do dia e depende do humor. Como venho relatado nos últimos anos nesse blog, são dias e dias, um diferente do outro, cada dia com um novo fator, com novas possibilidades, novos caminhos e novos fatores influenciadores do humor.
Acima disso tudo, penso que quando um novo ano começa não devemos simplesmente esquecer dos erros, mas trazer para o presente a lição tirada do erro, caso contrário não valeu a pena errar, dos momentos de alegria e felicidade uma boa recordação (daqueles de fazer abrir um sorriso sozinha no meio do banho ou da rua) e também tentar repetir novamente novos momentos de euforia.
Definitivamente não gosto das famosas retrospectivas e reflexões dessa época do ano, ainda mais quando o sujeito resolve compartilhar isso nas redes sociais, acredito que esse tipo de coisa deve ser guardada para si ou caso contrário não reclame das pessoas metendo o bedelho na sua vida pessoal, esse ano em particular li muitas reclamações, das mais variadas, desde "merda de ano" até "faz muitos anos que não sei o que é um ano bom". Do fundo do coração, fico triste por essas pessoas (das que citei as conheço e convivo)! Oras bolas, se você está com saúde, não perdeu nenhum ente querido, se tem um emprego (pode não ser o dos sonhos, mas você tem), se você tem pessoas que o amam, se você tem uma casa para morar, se você mora em um país que apesar dos pesares é um país livre de guerras e doenças que podem dizimar uma população, porque reclamar?? Porque não tem dinheiro o suficiente para viajar para a europa? Porque não conseguiu comprar aquele carrão do comercial da TV? Minha mãe sempre me ensinou que não devemos medir o chapéu alheio pela nossa cabeça mas fico triste por pessoas como essas que tem tudo para serem felizes e ficam se importunando com coisas tão fúteis e pequenas.
Para esse ano quero mais paciência, menos nervosismos, menos estresse, menos "pitis", menos rancor e raiva, menos amargor e mais paz e harmonia, do restante tenho tudo que preciso.
Um feliz e abençoado 2013 para todos nós. Que com ele venham as festas, os aniversários, as comemorações, as conquistas, os aprendizados e tudo aquilo que tiver de vir. A vida é breve como uma brisa, não desperdice um ano da sua vida.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

E o mundo não acabou... por enquanto...

O assunto está tão quente que não poderia deixar de dissertar sobre ele.
Não acho que o mundo vai acabar por si só, sozinho, uma onda gigante, uma explosão, acho que quem vai acabar com o mundo é a própria humanidade. O consumismo desenfreado, as pessoas compram, compram, compram realmente como se não houvesse o amanhã, tudo é descartável, e quando algo é jogado fora a matéria prima que foi utilizada para sua produção também é jogada fora, e estamos falando dos recursos naturais, básicos para a existência humana. Cada dia mais armas são produzidas pelas potências mundiais, armas químicas, biológicas, certos países estão prontos para destruir um ao outro, apenas esperam uma grande merda para chamar de causa.
Não podemos ter esperança que o ser humano permaneça vivo no planeta terra se continuarmos com tanto consumismo, ódio, modismos, hipocrisia e falta de respeito com aqueles que nos acolheram, que são a natureza e os animais.
O colapso se dará não por um deus ou uma força extraordinária, nós mesmos vamos destruir aquilo que demorou milhares de anos para ser construído.
Enquanto isso não acontece, que tal começarmos por nós mesmos a mudança? Você realmente precisa colecionar eletrônicos? Você realmente precisa renovar todo seu armário quando chega a próxima estação? Você realmente precisa sair de carro para ir até o supermercado da esquina? Vale a pena refletir, e quem sabe tentar fazer um 2013 um pouquinho melhor.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Eu odeio natal e reveillon

Odeio. Nenhuma palavra descreve melhor. Odeio o velho gordo vestido com botas e casaco de peles nesse calor de 30ºC. Odeio as propagandas de calçinha com todos os seus significados para a tal virada de ano. Odeio essa coisa de que todos devem ser felizes, solidários. Parece que temos a obrigação de sermos felizes nessa época, temos a obrigação de estarmos em família e entre amigos. Parece que temos obrigação de fazer festa e banquete, beber muito e desejar coisas boas até para aquele chato que você não suporta. Parece que temos obrigação de presentear a todos, mesmo que esse dinheiro gasto faça falta depois ou você deixe de realizar algum desejo pessoal por conta disso. Pior ainda, parece que você tem a obrigação de passar a tal "virada" na praia, beira mar, pulando ondinhas, mesmo que para isso você tenha que fazer uma dívida que vai durar até Julho do ano que está chegando.
HIPOCRISIA. Nenhuma palavra define melhor essa época. A pessoa passa o ano inteiro brigando com a família, mal olha na cara de alguns, não lembra nem de desejar feliz aniversário para um familiar, faz fofoca, faz intriga, esquece ou finge que não vê os mais necessitados que estão ao seu redor, faz de tudo para prejudicar o próximo em troca de benefícios para si mesmo ou apenas pelo prazer de ver o outro mal, entre tantos outros fatos do cotidiano que eu sei e você sabe que acontecem. Mas ai chega o natal, ai está tudo bem, está tudo perdoado, começa um novo ano e tudo de ruim se apaga, não importa mais o que passou ou aquilo que você fez, importa agora o que está por vir, não é mesmo?
Não, nada se apaga, o que foi feito é fato, pode ficar no passado mas não tem como mudar, tanto para coisas boas como para coisas ruins.
Um novo ano para velhos erros. Um novo ano para a velha rotina. Um novo ano para cometer as mesmas burradas.
Sei que esse texto soa egoísta mas acreditem, eu falo antes de tudo por mim mesma, não sou um super humano, cometi, cometo e vou continuar cometendo erros, porém aquilo que mais me deixa triste é a maneira como tudo isso é tratado. Com futilidade, como se fosse fácil passar uma borracha em tudo, como se um presente fosse mudar tudo....
Tenho como meta tratar todo os dias como únicos, não acredito que uma data simbólica seja o sinônimo da "virada". Cada dia é único, e ele é a única oportunidade que tenho para corrigir meus defeitos de ser humano. Quero ser solidária com o próximo o ano inteiro, quero respeitar mais o meu semelhante todos os dias do ano, quero viver com mais paz e sossego no coração desde da hora que o sol nasce até a hora de deitar a cabeça no travesseiro.
Presentes e calçinhas não significam nada para mim, muito menos uma data ou um jantar, agora, as nossas atitudes a cada dia que passa, essas sim é que fazem a diferença.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Filme: Quadrophenia

Fugindo um pouco da rotina do blog vou indicar um filme. Foge pero no mucho, pois sou amante de música de qualidade e o filme é totalmente inspirado em um álbum do The Who (...)
Bem vamos lá... Quadrophenia é um filme de 1976, baseado no álbum do The Who com o mesmo nome. O filme mostra a história de um jovem de classe média de Londres, ele faz parte do grupo dos mod's que por sua vez vivem brigando com os rockers.
Quem são os mods? Mods foi um grupo de jovens que adoravam ternos, lambrettas e vespas, eram muito ligados ao que estava na moda (por isso o termo mods), e gostavam de bandas novas da época como Yardbirds e The Kinks.
Quem são os rockers? Os rockers eram o grupo que gostavam de música americana, como Gene Vincent, Elvis, adoravam usar couro e andavam de custom (estilo Indian/Harley).
P.S: Não faço parte de nenhum desses grupos (que deixaram amantes até hoje), por isso a explicação é leiga, se algum leitor tiver algo a acrescentar/arrumar pode ficar a vontade.
Voltando ao filme, ele retrata os conflitos entre a nova geração e a geração de seus pais e avós, retrata a crise existencial de um jovem que faz parte de um grupo e acredita nos princípios daquele grupo, abrindo mão do seu dia a dia para entrar de cabeça no mundo dos mods, retrata o amor por uma jovem que não quer saber de nada sério, retrata as festas, o estilo e o comportamento da época e a rivalidade entre os dois grupos, tudo isso acompanhado de uma linda trilha sonora.
Se você gosta do passado, gosta de filmes antigos e gosta de rock, com certeza vai gostar dessa história.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Provas finais e uma reflexão

O mês de Novembro e Dezembro foram conturbados. Muitos trabalhos da faculdade para entregar, muito estudo e muita preocupação. Acabei ficando para uma prova final, de uma matéria que não tenho muita afinidade e também não gosto muito, mas isso é um detalhe. Na manhã da prova acordei cedo, tomei banho, relaxei, afinal de contas o nervosismo trava a mente, distorce seu conhecimento e só piora as coisas. No caminho para a faculdade comecei a refletir sobre o nervosismo que envolve uma prova decisiva como essa, afinal de contas agora é tudo ou nada, não haverão outras chances, aquele momento irá decidir seu futuro na faculdade, aquele momento implica entre vencer ou perder um ano inteiro de estudos que por algum motivo ou outro não foram tão bem sucedidos. Parando para pensar sobre tudo isso, me perguntei porque não temos essa mesma posição diante das outras coisas vida? Porque damos mais importância para a prova final do que o para o dia que foi apagado por não ter sido vivido? Se formos parar para pensar, todo dia é um dia decisivo, não haverão outras chances, aquele dia será único, amanhã você pode nem estar mais aqui. Não quero entrar em assuntos como a teoria do caos conhecida pelo filme "efeito borboleta", falo de coisas mais humanas, mais sentimentais, como não dizer que amamos aquela pessoa especial, o beijo não dado, o abraço que ficou apenas na vontade.
No dia a dia não nos damos conta de que cada atitude pode ser decisiva, cada palavra pode mudar até seu futuro, no dia a dia não nos damos conta de que vamos morrer.
Em uma prova você sabe bem que aquilo é decisivo, mas na vida parece que esquecemos de que cada dia também será decisivo e irreversível.
Viver os dias como se aquele fosse apenas mais um dia insignificante pode ser a receita para uma vida triste e cheia de arrependimentos, viver com consciência de que há dias melhores que os outros e com consciência de que ninguém é plenamente feliz todos os dias é como tirar um fardo de chumbo das costas. Quem sabe em 2013 não seja o ano para essa mudança?? Essa mudança tem que começar por dentro... juro que vou tentar.