terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Tragédia em Santa Maria: Como não se abalar?

Acordei Domingo (27/01/2013) e como normalmente faço nos finais de semana, coloquei o notebook no colo, ainda deitada na cama, e comecei a zapear pelo twitter. A time line lotada de comentários sobre um tal incêndio, algo como 200 mortos, fiquei preocupada, achei que teria sido em Curitiba. Abri um link para um site de notícias e me dei conta da tragédia. Fiquei um pouco triste mas somente quando vi as imagens na TV que realmente tive noção do tamanho dessa tragédia, e das circunstâncias tão banais que levaram a morte desses jovens.
Não estou aqui para julgar ninguém, apontar culpados ou repetir aquilo que está sendo repetido exaustivamente pelos meios de comunicação. Estou aqui para lembrar quantas e quantas vezes não fui exposta a esse mesmo risco? Quantas e quantas noites frequentei lugares até piores que a tal boate Kiss? Lugares que não fornecem o mínimo de segurança, o mínimo de estrutura. E não pensem vocês que são lugares reles, pelo contrário, muitos desses lugares que lembro são lugares caros, frequentados por quem tem dinheiro para pagar R$25,00 ou R$30,00 em um ingresso para uma noitada. Quantos shows de bandas famosas não assisti em lugares que se algo semelhante ao que ocorreu no RS ocorresse lá dentro seria uma tragédia com dimensões ainda maiores? Quem não imaginou que poderia ter sido com você e com seus amigos?
Aposto que essa análise você também já fez. É difícil encontrar com alguém hoje que não esteja fazendo o mesmo balanço da situação.
Ainda não contabilizamos os shoppings, restaurantes, teatros, cinemas (...) Será que nem na hora do lazer não temos segurança?
Aos que se foram só podemos rezar e como atitude diante dessa situação, verificarmos bem os lugares que frequentamos e caso não haja segurança o suficiente ir embora ou quem sabe denunciar para os órgãos competentes.

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