Os piores momentos do dia são aqueles que sento atrás do volante para chegar ao destino da rotina. Como moro em região metropolitana, utilizo uma rodovia federal para me deslocar todos os dias até a capital do Estado. Existem dias que são um mar de tranquilidade, não porque o trânsito está tranquilo, mas porque eu estou tranquila, mas existem dias que é impossível manter a calma.
A falta de consciência e responsabilidade das pessoas beira o abismo da loucura. Todos tem seus horários para cumprir, todos tem seus problemas, mas não é atrás do volante que você vai resolve-los.
Vejo algumas atitudes e penso: "meu deus, porque fazer isso?"
Cortar filas, andar pelo acostamento, pasmem, ultrapassar pelo acostamento, sentar na faixa da esquerda a 60 Km/h e simplesmente esquecer que existe todo um fluxo para fluir atrás de você, falta de respeito, falta de atenção, falta de EDUCAÇÃO.
Todos temos nossos dias ruins, mas devemos pensar que no trânsito qualquer descuido pode custar a sua vida e a vida dos outros. Atrás do volante você não se torna um super herói, você não "pode tudo".
Antes de sair por ai feito maluco, pense na sua família que está em casa esperando a sua volta, pense em todas as coisas que você ainda deseja fazer e todos os momentos bons que viveu, e coloque na balança. São justamente nesses dias ruins, em que a raiva, a falta de paciência e falta de gentileza, sobem ao cérebro e coisas ruins acontecem.
Utilize bem seu meio de transporte, e tente não deixar o stress acabar com a única coisa que lhe pertence: Sua Vida! Pense também na família do ser humano ao lado, que também espera por ele.
Quando vejo algo ruim, respiro fundo, tento me concentrar na boa música que toca no rádio do carro, e desejo, profundamente, que aquela pessoa não seja vítima da sua irresponsabilidade e PRINCIPALMENTE, não faça outras pessoas vítimas.
Já disse o sábio: É melhor perder um minuto na vida do que a vida em um minuto.
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Vento no rosto
Céu azul, clima de sexta feira, no pensamento um grande "ufa, acabou mais uma semana útil!". Os planos são vários, começando pela decisão do que vestir nos três dias de descanso. É quando bate aquele vento no rosto, brisa refrescante, que beira o mentolado, e você se sente sozinha no lugar em que está, e você se sente viva, e se sente cheia de saúde e felicidade... já disse um pensador por ai: só de sentir esse vento na cara, já valeu a pena ter vivido.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
A fórmula da vida
Sou estudante de Engenharia. Aprendi a calcular tudo. Sei usar a calculadora como ninguém. Áreas, volumes, perímetros, derivadas, integrais, logaritmos e exponenciais. Essa mania de ser tudo exato, muitas vezes linear, eu trouxe para vida.
Sorte é que na vida NADA é linear, sorte que na vida NADA tem exata precisão.Na vida é tudo as avessas, não podemos medir o amor do outro, não podemos controlar a vida do outro como controlamos nossas equações, pior, muitas vezes não controlamos nem as nossas próprias vidas, nem sempre tudo depende de nós. Digo que é nossa sorte, porque se tudo na vida fosse assim, eu já teria perdido muitos amores e momentos felizes.
Mas existem algumas equações que podemos aplicar à vida sim:
f(x)= Relaxar+Agradecer a Deus pela saúde que temos+Não deixar pequenas coisas abalar nosso humor+ Gentileza+E muitos sorrisos
f(x)=VIDABEMVIVIDA
Sorte é que na vida NADA é linear, sorte que na vida NADA tem exata precisão.Na vida é tudo as avessas, não podemos medir o amor do outro, não podemos controlar a vida do outro como controlamos nossas equações, pior, muitas vezes não controlamos nem as nossas próprias vidas, nem sempre tudo depende de nós. Digo que é nossa sorte, porque se tudo na vida fosse assim, eu já teria perdido muitos amores e momentos felizes.
Mas existem algumas equações que podemos aplicar à vida sim:
f(x)= Relaxar+Agradecer a Deus pela saúde que temos+Não deixar pequenas coisas abalar nosso humor+ Gentileza+E muitos sorrisos
f(x)=VIDABEMVIVIDA
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Uma amiga publicou esse texto, me identifiquei demais.
"Os cabelos encaracolados castanhos e volumosos. Na pele, nada de sombras azuis, na boca, nem sinal de batom vermelho. Você desce o olhar pra notar os seios, que caberiam na palma de uma mão, delicadamente pesando pra baixo. Não há ferros nem bojos fazendo o crime de impedir que eles dêem aquela leve caída dos deuses. As mãos que viram as páginas do cardápio são inegavelmente femininas – dedos pequenos, revelam uma surpresa em suas pontas – não há esmaltes – nada de cabaret, new york, beijo molhado, preto fosco, verde palmeiras. Nos pés também não se vê aquela pontinha de band-aid denunciando que a escolha da noite passada periodizou a beleza, e não o conforto. Seus pés parecem felizes dentro de um sapato confortável. As roupas, mostram pouco diretamente, mas deixam vários sinais de que o que está por baixo delas é um conjunto inteiro que faz muito mais milagres do que só uma bunda malhada. Ela parece não se importar com padrões porque o que importa nela é ela mesma – e porque sabe que não adianta de nada uma embalagem bonita se o conteúdo não surpreender. Sabe que a vida é curta demais e decidiu gastar seu tempo com coisas que realmente importam. Na verdade, ela está pouco se fodendo pra essa disputa de pessoas vazias em busca de um lado externo perfeito. E, se você quer mesmo saber, ela não dá a mínima se você a acha menos gostosa por isso."
"Os cabelos encaracolados castanhos e volumosos. Na pele, nada de sombras azuis, na boca, nem sinal de batom vermelho. Você desce o olhar pra notar os seios, que caberiam na palma de uma mão, delicadamente pesando pra baixo. Não há ferros nem bojos fazendo o crime de impedir que eles dêem aquela leve caída dos deuses. As mãos que viram as páginas do cardápio são inegavelmente femininas – dedos pequenos, revelam uma surpresa em suas pontas – não há esmaltes – nada de cabaret, new york, beijo molhado, preto fosco, verde palmeiras. Nos pés também não se vê aquela pontinha de band-aid denunciando que a escolha da noite passada periodizou a beleza, e não o conforto. Seus pés parecem felizes dentro de um sapato confortável. As roupas, mostram pouco diretamente, mas deixam vários sinais de que o que está por baixo delas é um conjunto inteiro que faz muito mais milagres do que só uma bunda malhada. Ela parece não se importar com padrões porque o que importa nela é ela mesma – e porque sabe que não adianta de nada uma embalagem bonita se o conteúdo não surpreender. Sabe que a vida é curta demais e decidiu gastar seu tempo com coisas que realmente importam. Na verdade, ela está pouco se fodendo pra essa disputa de pessoas vazias em busca de um lado externo perfeito. E, se você quer mesmo saber, ela não dá a mínima se você a acha menos gostosa por isso."
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